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terça-feira, 12 de maio de 2015

Leia na TV PSI: Manicômio Judiciário de Sergipe passa por inspeção do CRP19

Materia compartilhada do CRP 19

O Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico de Sergipe, o chamado Manicômio Judiciáriol, foi alvo, nesta quarta-feira, 29, de uma inspeção. A ação foi em cumprimento ao cronograma de Inspeção Nacional a Manicômios Judiciários, Hospitais de Custódia, Alas Psiquiátricas e similares, que vai percorrer instituições em todo o país, promovida pelo Conselho Federal de Psicologia, efetivada pelos Conselhos Regionais.
Em Sergipe, a operação teve a coordenação do Conselho Regional de Psicologia-CRP19, através da  Comissões de Direitos Humanos e contou com os  Conselhos Regionais de Serviço Social, Enfermagem e Medicina, assim como representantes do Ministério Público Estadual, Defensoria Pública do Estado, Coordenação de Atenção Psicossocial da Secretaria Estadual de Saúde e da coordenação local do Movimento Nacional de Direitos Humanos.
O CRP19 contou com uma equipe formada pelos psicólogos, Fernando Antônio Karla Melo, Marcela Flores, Alan Santana e a estudante de psicologia e integrante da CDH, Talita Andrade, na condição de observadora. 
Seguindo as orientações do CFP, “o objetivo precípuo desta inspeção é conhecer a realidade dos manicômios judiciários no país, das pessoas em cumprimento de medida de segurança, dos discursos e das práticas jurídico-penais e psiquiátricas de internação perpetua, de segregação e de exclusão. Por meio desse conhecimento, poderemos suscitar debates sobre essas instituições, dialogar com a categoria e com setores da sociedade, problematizar as perspectivas de cuidado e o trabalho dos psicólogos nestas instituições, promover a cidadania, propor alternativas à sociedade”, replicou Fernando Antônio, Conselheiro presidente da Comissão de Direitos Humanos do CRP19.
O presidente da CDH explicou ainda que, mais do que fazer uma  a radiografia do sistema psiquiátrico de custódia,  a intenção é gerar um relatório  com informações atualizadas e precisas sobre os impactos sociais, a eficácia e modo como operam essas instituições.  “Os resultados serão discutidos com as instâncias competentes, na busca de solução para as dificuldades e os problemas que foram detectados”, finalizou.

 
      

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