Menino do PI com microcefalia joga capoeira com ajuda de roupa especial
Davi Araújo, de 5 anos, dança, joga capoeira e foi até pajem do casamento.
História começou quando o menino tinha apenas 13 dias de vida.
Nessa época em que todo mundo está preocupado com a microcefalia por causa do mosquito da dengue, o casal Irla Araújo e André Carlos, que tem um filho com a doença, mostra que também é preciso preparar o mundo para os bebês especiais. Com ajuda de uma roupa especial, Davi Araújo, de cinco anos, dança, joga capoeira e foi até pajem do casamento do tio.
A história começou aos 13 dias depois do nascimento do menino, quando os pais receberam a notícia de que Davi tinha microcefalia e como consequência paralisia cerebral. “Foi um choque. Eu passei uns 15 dias em casa tentando entender o que tinha acontecido, procurando uma explicação lógica para o que houve com o Davi”, contou a mãe.
Não demorou muito para que o casal tomasse a decisão de adaptar o mundo ao menino. Em 2014, Irla estava em casa quando ligou a televisão n programa ‘Encontro com Fátima’, da rede globo, quando ela viu uma reportagem com mães e pais de criança com deficiência.
“O programa estava mostrando crianças sem possibilidade de se locomoverem sozinhaa, então, os pais estavam usando uma roupa especial onde a criança tinha possibilidade de andar junto com eles. A gente ficou fascinado com a ideia achando que aquilo poderia ser usado pelo Davi”, disse Irla.
Alguns meses depois o casal conseguiu comprar o equipamento pela internet e o Davi usou pela primeira vez no casamento do tio. Unido ao pai ele entrou na igreja para entregar as alianças. De lá para cá a vida do menino virou uma festa. Ele dança e joga capoeira.
Para os profissionais que atendem o Davi desde bebê, essa é uma luta que vale muito apena. “Agente consegue incluir ele de uma forma diferenciada e podemos perceber no rostinho dele a felicidade, porque o Davi não se comunica com a fala, mas sim com o olhar e com o sorriso”, relatou Ana Patrícia Rodrigues, fisioterapeuta da criança.
A história começou aos 13 dias depois do nascimento do menino, quando os pais receberam a notícia de que Davi tinha microcefalia e como consequência paralisia cerebral. “Foi um choque. Eu passei uns 15 dias em casa tentando entender o que tinha acontecido, procurando uma explicação lógica para o que houve com o Davi”, contou a mãe.
Não demorou muito para que o casal tomasse a decisão de adaptar o mundo ao menino. Em 2014, Irla estava em casa quando ligou a televisão n programa ‘Encontro com Fátima’, da rede globo, quando ela viu uma reportagem com mães e pais de criança com deficiência.
“O programa estava mostrando crianças sem possibilidade de se locomoverem sozinhaa, então, os pais estavam usando uma roupa especial onde a criança tinha possibilidade de andar junto com eles. A gente ficou fascinado com a ideia achando que aquilo poderia ser usado pelo Davi”, disse Irla.
Alguns meses depois o casal conseguiu comprar o equipamento pela internet e o Davi usou pela primeira vez no casamento do tio. Unido ao pai ele entrou na igreja para entregar as alianças. De lá para cá a vida do menino virou uma festa. Ele dança e joga capoeira.
Para os profissionais que atendem o Davi desde bebê, essa é uma luta que vale muito apena. “Agente consegue incluir ele de uma forma diferenciada e podemos perceber no rostinho dele a felicidade, porque o Davi não se comunica com a fala, mas sim com o olhar e com o sorriso”, relatou Ana Patrícia Rodrigues, fisioterapeuta da criança.
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